O que entra em um plano de rastreamento?
No mínimo, uma linha por evento: o nome do evento, as propriedades associadas a ele, o momento exato em que ele é acionado e a pessoa responsável. Os bons planos também registram quais ferramentas recebem o evento e a pergunta que ele existe para responder — um evento que ninguém consulta é manutenção sem retorno. O formato importa menos que o hábito: uma planilha, um arquivo versionado no repositório ou uma ferramenta de schema como Segment Protocols ou Amplitude Data, todos funcionam, desde que o plano seja atualizado no mesmo pull request que o código de rastreamento.
Como nomear os eventos?
Escolha uma convenção e aplique-a em todo lugar. A mais comum é objeto_
O que é desvio de rastreamento e por que ele destrói a análise?
O desvio (drift) é a distância que se abre entre o plano e o que o código de fato envia: um evento é renomeado sem atualizar o plano, uma propriedade muda de tipo, uma duplicata aparece com outro nome. Cada mudança é pequena; juntas, fazem os funis contarem a menos, os segmentos dinâmicos deixarem de pegar os usuários que deveriam e os painéis virarem ficção — e aí a equipe deixa de confiar nos dados de vez. A cura é de processo, não técnica: nenhum evento é entregue sem uma entrada no plano, e revisar essa entrada faz parte da revisão de código.
Por que isso importa para uma equipe de duas pessoas
Equipes pequenas pulam o plano porque ele tem cara de processo de uma empresa que elas ainda não são. A lógica é a inversa: com duas pessoas, ninguém lembra em outubro por que checkout_