Como funciona uma campanha drip?
Um inscrito entra na campanha por um único gatilho — em geral um cadastro, uma compra ou a importação de uma lista. A partir daí, os temporizadores fazem todo o trabalho: o e-mail 1 sai na hora, o e-mail 2 depois de três dias, o e-mail 3 depois de uma semana. O calendário é toda a lógica. Não há ramificação, reação a eventos nem variação por destinatário além dos campos de mesclagem. A maioria das ferramentas chama a mesma coisa de sequência ou de autoresponder.
Quando uma campanha drip basta?
Quando a mensagem não depende do que o leitor faz. Uma série de boas-vindas, uma sequência de e-mails de onboarding em cinco partes, um curso por e-mail, um contato pós-compra — tudo isso funciona como envios no dia 0/3/7. A drip também é a automação mais rápida de colocar no ar: escreva os e-mails uma vez, defina os intervalos, ative. Para uma primeira automação, essa simplicidade é justamente o ponto.
Por que isso importa para uma equipe de duas pessoas
Uma drip é trabalho de growth que você faz uma vez. Monte uma em uma tarde no Mailchimp, na Brevo ou em qualquer ferramenta com um editor de sequências, e ela mantém um ponto de contato funcionando por meses sem ninguém acompanhar. Para uma equipe que não tem como contratar um Lifecycle Marketer, essa troca — uma hora de configuração por meses de envios sem supervisão — costuma ser a primeira automação que vale a pena fazer.
Quais são os limites de uma campanha drip?
Uma drip não enxerga comportamento. Deixada sozinha, ela vai oferecer um upgrade para quem fez upgrade ontem e continuar o onboarding de um usuário que cancelou na semana passada. A correção é a ramificação: enviar e-mails diferentes para usuários ativados e parados, aguardar eventos, tirar da sequência quem converte. Isso é uma jornada do cliente, e coordenar várias delas entre canais é a orquestração de jornadas. As drips são a porta de entrada, não o destino.